Chico Alves é um capixaba radicado no Rio de Janeiro, que vem se aprimorando como compositor e cantor de samba e se destacando cada vez mais nas rodas da cidade, por cantar um repertório animado de sambas de roda, “sambas de raiz”, de partido alto e os seus autorais. Comandando ou dando “canja”, nas rodas ele anima os sambistas com os seus versos de “Caninana” (Marco Pinheiro/Chico Alves), “Mau perdedor” (Fernando Brandão/Chico Alves) e “Berço de sereia” (Chico Alves/Daniel Scisinio), entre outros em parceria com Toninho Geraes, Toninho Nascimento, Ivor Lancelloti, Zorba Devagar e Marco Pinheiro, entre outros.

No Trapiche, Chico lançou o seu primeiro CD solo e CD autoral “Pra Yayá Rodar a Saia” (produzido por músicos da cena musical niteroiense e com as participações de Carlinhos 7 Cordas, Marcio Hulk, Dirceu Leite, Dudu Oliveira, Sidão Santo e Eron Lima, por exemplo), no começo de 2017 e também fez as honras no “Dia Nacional do samba”, em 02 de dezembro. Agora, retorna em janeiro de 2018, convidando os sambistas e o cantor e percussionista Gabriel Azevedo, do grupo Casuarina, para uma boa rodada como os cariocas apreciam.

O “Samba do Peixe” na Rua do Ouvidor (ao lado de Gallotti, Tiago Prata, Toninho Nascimento), o “Samba do Castelo” e os eventos da Livraria Al Farabi e da Livraria Folha Seca são alguns dos lugares onde o compositor e cantor vem fortalecendo, com simpatia e talento de bamba, o seu público e séquito de fãs. O CD autoral — assim como a sua roda — traz um apanhado dos seus 20 anos de composição, com letras que evidenciam a sua versatilidade como letrista, sendo muitas já gravadas por outros cantores (como Leila Pinheiro, Guinga, Áurea Martins, Toninho Geraes, Simone Lial, Quarteto em Cy) e algumas já exaltadas pelo público. Chico Alves também já cantou nos grupos “Unha de Gato” e “Sambalangandã”, este que por mais de cinco anos conquistou a admiração e fidelidade de muitos cariocas no bairro de Santa Teresa.

Couvert artístico: R$30 (lista amiga: R$25). 18 anos. Abrimos às 20h30.