Roda de carimbó e ritmos do norte com SILVAN GALVÃO – estreia no Trapiche gamboa – gratuito para quem comparecerem com saia de chita

O instrumentista Silvan Galvão em 2013 veio do Pará para a cidade do Rio de Janeiro, onde se radicou e desde então vem se consolidando na terra fluminense e no inconsciente coletivo carioca como instrumentista de carimbó e outros ritmos da Amazônia. Junto a uma trupe de músicos que também conhecem, cultuam e defendem toda a cultura do norte brasileiro, com bastante frequência ele faz o seu show em palcos diversos pela cidade e estado do RJ e já se sente em casa.

Na quinta 21 de fevereiro, a partir de 19h30, ele estreia a sua roda no tradicional Trapiche Gamboa, reduto principalmente do samba, do choro e do jongo, porém também de toda a cultura popular brasileira. O carro chefe é o carimbó, mas os músicos e público fazem um passeio pela Toada de Boi, pelo Lundu e pelo Marabaixo, alguns ritmos típicos da Amazônia. Nesta edição, Silvan Galvão (voz, percussão e banjo) é acompanhado por Marcelo Bruno (baixo e violão), Letto (guitarra e percussão) e Gabriela Góes (flauta e percussão). Tornando a estreia ainda mais especial, durante a noite toda o show é gratuito para todos que comparecerem com saia de chita.

:: DJ ::
Nos intervalos, DJ Letto mantém o público no bailado do coco, do maracatu e de outros ritmos do norte.
:: GASTRONOMIA ::
Para a experiência ser única e aflorar os sentidos, terá, como de costume nos eventos do artista, culinária paraense com os quitutes da Léia Marques, também de Belém.
:: GRATUIDADE ::
Todos que comparecerem com saia de chita não pagam o couvert artístico a noite toda.

Mais sobre Silvan

Paraense de Santarém, Silvan Galvão radicou-se desde 2013 no Rio de Janeiro e é um artista múltiplo: cantor, compositor, instrumentista e um dos mestres de carimbó do Oeste do Pará, na capital carioca desenvolve um trabalho baseado nos ritmos tradicionais amazônicos, com ênfase no carimbó, apresentando suas músicas autorais e as tradicionais da região. Além dos shows, ministra oficinas destes ritmos amazônicos. Em 2018 foi contemplado no “Prêmio Culturas Populares / MinC”, na categoria Mestre de Cultura Popular.

Entre os principais lançamentos da sua carreira estão: CD “Segredos Amazônicos” (patrocínio Secult PA / Na Music 2014); CD “Tambores que Cantam” com part. de Xangai, Pinduca, Mestre Solano, Patricia Bastos (patrocínio Banco da Amazônia / Na Music 2016); DVD “Ao Vivo em Alter do Chão” com part. de Arraial do Pavulagem (patrocínio Secult PA / Na Music 2017); clipe “Puxirum”com part. Dona Onete e Pinduca; e Clipe “Água Doce” com part. Patricia Bastos.

Silvan apresenta nos palcos um trabalho próprio que explora, além do carimbó, as toadas de boi do Pará, o marabaixo do Amapá e o lundum marajoara, com arranjos que garantem ao seu trabalho uma roupagem contemporânea, sem perder de vista a essência e os elementos que constroem a identidade desses ritmos. É autor de canções em parceria com grandes compositores do norte, como Ronaldo Silva e Joãozinho Gomes. O CD “Tambores que Cantam” contou com participação especial dos cantores Xangai, Patricia Bastos, Nilson Chaves, do “rei” Pinduca, do grande violonista Sebastião Tapajós, e do “rei da guitarrada” Mestre Solano. “Caribe é Alter do Chão”, única faixa não autoral do disco, é de Dona Onete e composta especialmente para o disco. A faixa “Puxirum” ganhou um videoclipe filmado em Belém e no Rio de Janeiro, com as participações de Mestre Solano, Dona Onete e Pinduca.

Em 2017 além do lançamento do DVD “Silvan Galvão em Alter do Chão”, lançou o videoclipe da música “Água Doce”, com a cantora Patricia Bastos, de Macapá, indicada ao Grammy 2017. Foi filmado na Praia de Alter do Chão/PA e já alcançou mais de 55 mil visualizações no Facebook. No mesmo ano, lançou o projeto “Três Amazônias”, um show em que divide o palco com Patricia Bastos e com o cantor Davi Assayag, ícone do Festival de Parintins (AM), tendo sido apresentado em curta temporada na Caixa Cultural Recife.

Seus shows e oficinas já circularam por teatros, casas de show e festivais em mais de 20 estados, destacando-se: Festival Çaire de Alter do Chão, Sesc Boulevard, XXI Feira Pan-Amazônica do Livro (PA); Festival Cauxi (AM); Festival Sesc de Inverno 2018, Sesi in Jazz Festival, Festival Nacional de Cultura Popular da UFF, Festival Sotaque Carregado, Circo Voador, Sala Baden Powell, Sesc Ramos, CC Parque das Ruínas, CC da Justiça Federal, CCBB, Sesc Tijuca (RJ); Sesc Interlagos, Sesc São José dos Campos (SP); XVII Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros (GO). Suas oficinas de ritmos tradicionais amazônicos, além de acontecerem regularmente na Escola Maracatu Brasil (RJ), já foram realizadas também na Universidade Estadual do Pará, no Parque Anhembi/Salão do Turismo/SP, no Fórum Social Panamericano/PA, no Encontro Nacional do SBPC/PA, na Associação Folclórica Boi Bumbá Garantido/AM) no XXV Fladem/Seminário Latino americano de Educação Musical/RJ, no Conservatório Brasileiro de Música/RJ, Festival Global Cultural de Povos Tradicionais/RJ, Festival Sesc de Inverno/RJ e no Festival Nacional de Cultura Popular da UFF/RJ (onde participou também como palestrante), entre outros locais.

Silvan Galvão atua como líder/fundador do Carimbloco, um bloco de ritmos amazônicos com foco no carimbó, que une percussionistas, banjistas, sopristas e dançarinos. Com este projeto, ministra oficinas de percussão e de dança. Já em sua estreia no carnaval carioca de 2017, o bloco arrebatou mais de 2000 pessoas no Aterro do Flamengo. Em 2018, foram quatro mil pessoas presentes. Atualmente o bloco inclui cerca de 100 integrantes, já ganhou uma versão em São Paulo e tem tido uma repercussão bastante positiva no sudeste e no norte.

Evento FB: https://www.facebook.com/events/351604082112259/.

Couvert: R$16 (lista amiga R$12). Livre. A casa abre às 18h30.